Eu construo a ponte entre os sistemas que você já paga, para que o dado ande sozinho. Financeiro, documento, relatório: o que hoje é digitação vira rotina que roda de madrugada.
Muda o sistema, muda o nome do arquivo, mas no fim é sempre alguém abrindo uma tela, lendo e digitando o que já existe em outro lugar. O que está aqui embaixo já roda. É exemplo do trabalho, não o tamanho do que dá para fazer.
O que eu faço →Antes: chegava por e-mail, alguém abria, lia e lançava.
Hoje entra e vira registro sozinho.
Antes: o número só virava painel depois de alguém apurar.
Hoje o painel se apura.
Antes: contas a pagar saíam de um sistema e entravam em outro na mão.
Hoje andam sozinhas.
Antes: conferir o que entrou no dia, nota por nota, todo dia de manhã.
Hoje a conferência já está pronta quando alguém abre.
Hoje: alguém abre uma tela, lê e digita o que já existe em outro lugar.
Me conta qual é que eu digo se roda sozinho.
O ERP, o financeiro, a planilha que ninguém larga. Cada um funciona. Entre eles tem uma pessoa passando dado à mão, toda semana, do mesmo jeito.
E o dado digitado à mão erra. Aí alguém confere. E a conferência também vira trabalho manual.
O que você lança num sistema aparece no outro, sem ninguém no meio. Se um dos dois for daqueles fechados que não deixam ninguém entrar, eu procuro outro caminho.
Conferência, apuração, relatório, alerta. O que hoje depende de alguém lembrar passa a acontecer no horário, todo dia.
Nota, boleto, comprovante, planilha que chega por e-mail. Entra, é lido, vira registro no sistema.
Você não precisa saber como se faz. Isso é problema meu.
Quase sempre tem caminho. Já tirei dado de sistema antigo e de sistema que parecia fechado.
É aí que dói. Quem cuida do administrativo ou da operação passa metade do dia digitando de um sistema no outro, e esse tempo não aparece em relatório nenhum. Não precisa ser empresa grande para pagar essa conta, basta ter uma pessoa presa numa tarefa que se repete.
Quase sempre a tentativa foi grande demais. Automatizar o processo inteiro de uma vez trava, porque cada exceção vira um problema novo e o projeto nunca entra no ar. Funciona melhor pegar o pedaço pequeno que mais se repete, botar para rodar essa semana, e só depois ir aumentando. O outro motivo comum é automatizar a tarefa e esquecer o canal: se as pessoas continuam mandando mensagem para alguém, o trabalho volta.
Aquele que você já pensou “isso o computador devia fazer sozinho”. É por ele que a gente começa.
Você me explica como funciona hoje e sai sabendo se dá para automatizar, mesmo que a resposta seja não.